13 de setembro (sábado)
10h00 – Teatro do Mar | Jardim das Artes | 180’
Espaço para crianças e famílias
Alameda da Paz
10h00 – Itinerània (es) | Instalação Interativa | 180’
Laberint II
Alameda da Paz
10h00 – Àlex Rigol (es) | Instalação Interativa | 180’
Orkestrònia
Alameda da Paz
15h30 – Companhia Absurda (pt) | Circo | 40’
HEQET
Avenida Vasco da Gama
16h25 – Arctic Ensemble (fi) | Circo | 20’
Adrift
Porto de Recreio / Marina
16h50 – Le Grand Jeté (fr) | Dança Acrobática | 35’
Répliques
Porto de Recreio / Marina
17h40 – Piergiorgio Milano (be/it) | Multidisciplinar | 35’
Vague
Praia Vasco da Gama
18h30 – pia Projectos de Intervenção Artística (pt) | Itinerante / Multidisciplinar | 60’
Caricature
Largo do Muro da Praia + Percurso
21h30 – Tsubasa Watanabe (jp) | Circo | 20’
Contour
Largo Poeta Bocage
22h00 – Margarida Montenÿ (pt) | Circo | 40’
Blue
Antiga Estação de Comboios
22h00 – Knot On Hands (nl) | Circo | 30’
Brace for Impact
Largo 5 de Outubro
22h45 – David Moreno & Cristina Calleja (es) | Música / Performance | 40’
Flotados
Castelo
a cidade de Sines recebe, nos dias 12, 13 e 14 de setembro, mais uma edição da m.a.r. - Mostra de Artes de Rua, este ano com 20 projetos artísticos oriundos de nove países, nas áreas do circo, dança, performance, música e instalação.
A m.a.r. é uma iniciativa com direção artística e produção do Teatro do Mar, coprodução da Câmara Municipal de Sines e apoio da Direção-Geral das Artes / Ministério da Cultura. Esta edição conta com o apoio do Institut Ramón Llull (es).
a diretora artística do projeto, Julieta Aurora Santos, explica que, "num tempo em que o mundo se rasga em conflitos, impotência generalizada e alienação, a m.a.r. – Mostra de Artes de Rua ergue-se como um sopro de resistência e de beleza partilhada."
"A rua, território comum", diz Julieta Aurora Santos, "transforma-se num palco de escuta onde a arte desafia a indiferença. é preciso agir, somar, gerar empatia. é urgente alimentar a esperança, e nutrir todas as forças, para manter viva a dignidade e o valor da vida humana. é preciso continuar a persistir, inquietar, contribuir, transformar."
Em 2025, a m.a.r. volta a ocupar diferentes lugares da cidade, com destaque para o centro histórico (Castelo, largos e ruas confinantes) e a frente marítima (Avenida Vasco da Gama, Praia Vasco da Gama, rampa das Bicas Velhas e porto de recreio). a mostra estende-se também à zona norte da cidade (Alameda da Paz, onde estará o Jardim das Artes, e exterior da antiga Estação de Caminhos de Ferro). a Capela da Misericórdia é o único espaço interior da mostra.
"Espalhada por diferentes lugares da cidade, a m.a.r. cria uma cartografia viva, uma ligação profunda ao território — geográfico e humano. Cada lugar, no espaço público, torna-se um ponto de reunião, onde a arte ocupa, convoca, perturba e une. Abrigo num tempo de ruínas, é no encontro que se rompe o isolamento: uma afirmação de que a cultura é um direito, a proximidade um gesto político, e o coletivo a única saída possível", diz Julieta Aurora Santos.
Este ano, a m.a.r. recebe companhias e artistas de Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, Países Baixos, Reino Unido, Finlândia e Japão.
A entrada é gratuita para todos os espetáculos.